Jesus declarou em João 6 que Ele é o Pão vivo que desceu do céu. Ao contrário do maná que os pais de Israel comeram no deserto e morreram, quem se alimenta de Cristo tem vida eterna. Esse alimento é a Palavra de Deus. Assim como o corpo físico precisa de comida diária, o espírito também precisa se alimentar da Palavra todos os dias para permanecer firme. Sem esse alimento, corremos o risco de desanimar, esfriar e até morrer espiritualmente.
Ler maisDCEC: Semana de 21 a 27 de julho de 2025
A vontade humana, enquanto faculdade dada por Deus, é parte essencial da alma, ao lado do intelecto e das emoções. Ao contrário do uso popular da palavra, vontade não é meramente um desejo ou inclinação momentânea, mas a capacidade de tomar decisões livres. Esta é a dimensão da alma à qual o Evangelho se dirige de forma mais direta. Embora a mensagem de Cristo impacte intelecto e emoções, seu objetivo é provocar uma resposta voluntária e consciente. Jesus afirmou: “Se alguém quiser vir após mim”, demonstrando que o chamado cristão exige uma decisão. A vontade, portanto, ocupa um lugar central na relação entre o homem e Deus, sendo respeitada por Ele mesmo quando conduz a escolhas erradas, como na queda de Adão e Eva. O inimigo espiritual, Satanás, também não tem poder para anulá-la, o que demonstra sua soberania no exercício, embora não na eficácia.
Ler maisDCEC: Semana de 14 a 20 de julho de 2025
Embora Deus seja eterno e esteja fora do tempo, Ele tem uma agenda clara revelada nas Escrituras: buscar e salvar o perdido, e edificar a Sua casa. Esse propósito eterno é expresso na formação de uma família de muitos filhos semelhantes a Jesus, para a glória de Deus Pai. A igreja, como essa família, é chamada à unidade, à identidade como filhos e à semelhança com Cristo. Não somos definidos pelo que fazemos, mas por quem somos em Cristo — filhos amados, chamados para viver em comunhão com Deus e com os irmãos.
Ler maisDCEC: Semana de 7 a 13 de julho de 2025
A história dos discípulos no caminho de Emaús (Lucas 24.13-35) nos revela como as frustrações e a incredulidade surgem quando não compreendemos o plano de Deus. Aqueles dois discípulos, embora próximos dos acontecimentos da ressurreição, estavam desanimados e voltando para casa. Eles haviam colocado suas expectativas em um tipo de Messias que libertaria Israel de forma política e terrena. Por isso, a cruz havia destruído sua esperança. No entanto, Jesus se junta a eles no caminho, ouve sua decepção e, com paciência, começa a revelar, pelas Escrituras, que tudo fazia parte do plano divino.
Ler maisBatismos & Apresentações – Julho de 2025

Julieti Bernardes