Viver segundo a vontade de Deus, e não segundo o próprio coração, é o chamado central para o discípulo. Decisões guiadas por sentimentos ou pela dependência de pessoas, em vez de pela obediência ao Senhor, podem conduzir a frustrações, perdas e vazio espiritual.
Ler maisDCEC: Semana de 22 a 28 de setembro de 2025
A Palavra de Deus nos revela que Ele é o nosso refúgio em meio às tempestades da vida. Assim como os pássaros encontram abrigo em lugares seguros, também somos convidados a nos esconder sob as mãos do Senhor. Ele é a nossa Torre Forte, o lugar onde encontramos descanso, segurança e socorro presente nas aflições. Essa verdade nos lembra que, em qualquer circunstância, podemos confiar em sua proteção e cuidado.
Ler maisDCEC: Semana de 15 a 21 de setembro de 2025
O livro de Jó revela como Deus conduziu seu servo em um processo que pode ser visto em quatro etapas. Jó era íntegro e temente a Deus, mas precisou ser provado para que sua fé fosse purificada e para que ele conhecesse o Senhor de forma mais profunda. Sua história mostra que a vida cristã envolve não apenas bênçãos, mas também provas que revelam o caráter e conduzem ao amadurecimento espiritual.
Ler maisDCEC: Semana de 8 a 14 de setembro de 2025
Efésios 4 apresenta o propósito eterno de Deus e como alcançá-lo: chegar à unidade da fé, ao pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade e à medida da estatura da plenitude de Cristo. Isso significa crescer espiritualmente, deixando de ser como crianças instáveis, influenciadas por qualquer ensino errado, para se fortalecer em Cristo, a Cabeça, com unidade, qualidade, quantidade e finalidade.
Ler maisBatismos & Apresentações – Setembro de 2025

Vinycius Almeida
Cláudio Damilano
Nildete Souza
Douglas Fonseca
Camila Garcez
Alexandre Araújo
Thiago Brackmann
Talita Dalla Porta
DCEC: Semana de 1º a 7 de setembro de 2025
O profeta Isaías, no capítulo 5, descreve a vinha do Senhor, plantada com cuidado e propósito, mas que, ao invés de dar uvas boas, produziu uvas bravas. Deus havia feito tudo para que ela frutificasse, mas o resultado foi amargo. A vinha representava Israel e Judá, que deveriam produzir justiça e retidão, mas ofereceram opressão e injustiça. Já em Marcos 12, Jesus contou uma parábola semelhante: um homem plantou uma vinha, construiu uma cerca, um lagar e uma torre, e a arrendou a lavradores que, em vez de entregar frutos, agiram com violência contra os servos enviados.
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