DCEC: Semana de 22 a 28 de setembro de 2025

A Palavra de Deus nos revela que Ele é o nosso refúgio em meio às tempestades da vida. Assim como os pássaros encontram abrigo em lugares seguros, também somos convidados a nos esconder sob as mãos do Senhor. Ele é a nossa Torre Forte, o lugar onde encontramos descanso, segurança e socorro presente nas aflições. Essa verdade nos lembra que, em qualquer circunstância, podemos confiar em sua proteção e cuidado.

No Antigo Testamento, foram estabelecidas as cidades de refúgio. Nessas cidades, pessoas que, acidentalmente, tivessem tirado a vida de alguém podiam encontrar abrigo contra o vingador de sangue até que houvesse julgamento justo. Essa provisão aponta para Cristo e para a Igreja. Hoje, a verdadeira cidade de refúgio é o próprio Senhor Jesus e, em comunhão com Ele, o corpo de Cristo, que acolhe, cuida e edifica cada um de seus membros.

Na Igreja encontramos amparo, alimento espiritual e comunhão. Não se trata de um local físico como uma cidade ou um edifício, mas da família de Deus reunida. Congregando juntos, experimentamos edificação, cuidado mútuo e unidade no corpo de Cristo. Por isso, é vital permanecer firmes, participando com frequência da vida da Igreja, pois nela somos fortalecidos e guardados.

O pecado trouxe culpa e afastamento de Deus, mas em Cristo recebemos perdão e libertação. Ele é o único capaz de remover o peso do pecado e nos reconciliar com o Pai. Filosofias humanas ou recursos terrenos não podem resolver o problema mais profundo do coração humano; somente Jesus é a resposta que dá vida, restauração e esperança.

A Igreja, como corpo de Cristo, é chamada a viver em amor, unidade e prática da fé. Devemos ser um lugar de acolhimento, onde cada um é valorizado e cuidado. A Palavra em Colossenses nos exorta a viver revestidos de misericórdia, mansidão, humildade e amor, para que não haja necessitados entre nós e todos encontrem refúgio seguro em meio às lutas da vida.

Assim, a Igreja é chamada a ser resposta de Deus para este tempo: lugar de comunhão verdadeira, cuidado prático e testemunho vivo do amor de Cristo. Permanecer firmes neste corpo é viver já a antecipação da glória futura, até que sejamos reunidos definitivamente com o Senhor. Enquanto isso, seguimos como família de fé, sustentando uns aos outros e apontando para o propósito eterno de Deus em Cristo.

Se quisermos levar a sério estas palavras teremos que aceitar e praticar o que está nelas:
•⁠ ⁠Ter disposição de trabalhar e ajudar uma pessoa em dificuldades.
•⁠ ⁠Ter uma atitude de “ternos afetos de misericórdia” para com os necessitados. (Cl 3.12)
•⁠ ⁠Estar pronto a ajudar os outros de maneiras bem práticas, como o bom samaritano… (espírito, alma e corpo).
•⁠ ⁠Estar pronto e preparado para levar as pessoas a se sentirem valorizadas como seres humanos que podem ser úteis nas mãos de Deus para abençoar e salvar outros.

Conversem nos grupos se todos estão dispostos a viver estas realidades.

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