O NOIVO E A NOIVA

Semana de 28 de junho a 04 de julho de 2020

Leitura:  João 3.25-30; Efésios 5.31-32

Jesus é o noivo que está sendo aguardado, e a noiva é a igreja composta pelos remidos e lavados pelo Seu sangue. O que tem a noiva é o noivo, e o que tem o noivo é a noiva. Por isso João Batista não se importava que todos fossem a Jesus; pelo contrário ele se alegrava e cooperava com isso, diminuindo a si mesmo para que O Senhor crescesse.

O mundo em nossos dias é egoísta, vaidoso e arrogante. Nós, discípulos de Jesus, não devemos ser assim. Este sistema constantemente nos tenta a ostentar o que somos ou fazemos. Cuidado! O nosso “ministério” e testemunho nunca poderão substituir a verdadeira e poderosa revelação do noivo no espírito de todo aquele que ouve o evangelho. Nossa experiência e nossas palavras ficam em segundo lugar, já que as palavras do Mestre são o centro da pregação. 

Por isso, é urgente relembrarmos que o trabalho do Espírito Santo é revelar a Cristo. Nós somos apenas cooperadores e, ao mesmo tempo, parte da noiva (a igreja). Quanto mais eficiente for nossa ação em prol do Reino de Deus, mais rápido vamos sair de cena, para dar lugar à figura de Jesus.

Tendo a revelação desse precioso privilégio de sermos parte da noiva de Cristo, vamos nos alegrar como João Batista e conduzir outros a participarem conosco desse casamento.

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EIS O CORDEIRO DE DEUS

Semana de 21 de maio a 27 de junho de 2020

Leitura: João 1.29-36; Apocalipse 5.1-10

A palavra “Eis” significa “atenção”. Para os Judeus, o cordeiro era usado como sacrifício pelos pecados, no entanto, não era eficaz para removê-los (Hb.10.4). Era sim uma sombra de alguém maior e real, Jesus Cristo, que morreu pelos nossos pecados de uma vez por todas. Quando João apontou para Jesus, ele estava mostrando que, em Cristo, o homem tinha algo mais do que a lei, ou uma religião, ou mesmo a boa vontade de cumprir os decretos de Deus. O Cordeiro de Deus é a oferta definitiva pelo pecado, e ao mesmo tempo a nossa salvação, tanto do dia do juízo vindouro, quanto nos dias de hoje, onde somos salvos (libertos) de uma vida fútil e sem propósitos, desde que fomos incluídos em Cristo.

Apontar para o cordeiro é lembrar da sua morte, da justiça de Deus sendo cumprida, mas também do amor do Pai e do perdão dos nossos pecados. Por isso, não é uma afirmação de tristeza, mas uma declaração de vitória, que deve sempre estar presente em nossas mentes e em nossos lábios, especialmente vendo que a sua vinda se aproxima. Quando olhamos para o livro de Apocalipse, vemos que Jesus continuará sendo o cordeiro, pois esta é sua natureza mansa e pacífica. Porém, Ele é também o Leão da Tribo de Judá, que venceu e em breve virá assumir o seu lugar de honra e autoridade. Vamos lembrar esta verdade e proclamá-la ao mundo, enquanto ainda há tempo.

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JESUS, A PLENITUDE DE DEUS

Semana de 14 de maio a 20 de junho de 2020

Leitura: João 1.15-18

A palavra “revelar” significa “tirar o véu”. João declara que: “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.” Jesus é a plenitude de Deus, por meio de quem vieram a graça e a verdade. O que Ele disse, o que Ele fez, e tudo o que nos mandou fazer precisa vir antes e estar acima de qualquer coisa que esta vida terrena e passageira possa nos oferecer. Homens e mulheres de grande intelecto tentaram entender o universo e ordenar todas as coisas com uma visão humana, ou mística, mas sem a revelação de Jesus Cristo. Basta olharmos para o mundo hoje e facilmente concluiremos que todos falharam.

Somente pela revelação de Jesus como Deus é possível entender o seu propósito eterno e como somos incluídos nele. Se não estamos experimentando ou praticando a plenitude da vontade de Deus, precisamos clamar por essa revelação.
Como João Batista, vamos exclamar para nós mesmos e para o mundo perdido que somente em Jesus temos tudo que precisamos para vivermos neste mundo condenado: plenitude, verdade e graça sobre graça.

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ARREPENDIMENTO E BATISMOS – Rompendo com o velho homem para receber o Rei Jesus

Semana de 07 de maio a 13 de junho de 2020

Leitura: Mateus 3:1-12; Lucas 3:15-18; Lucas 16:16

Jesus não veio reformar o mundo ou o homem. Ele veio para fazer algo novo e, para isto, o que é velho precisa deixar de existir. É Uma Nova vida, em um novo reino. É necessário romper com tudo que ficou para trás, o que só é possível quando há o arrependimento e a morte do velho homem. 

Muitos desceram as águas do batismo por desejarem entrar no Reino do Messias, anunciado por João. Quando os fariseus foram até ele sem essa disposição de abandonar seu antigo modo de vida, João denunciou seus corações. 

Ainda hoje, a mensagem do evangelho nos chama para vivermos e proclamarmos a mesma revelação. Se às vésperas da segunda vinda do Senhor, ainda temos dificuldade de abandonar  as coisas da velha vida, é hora de sermos corajosos, rejeitarmos a carne e experimentarmos a plenitude de Cristo. Deixemos para trás tudo o que herdamos de Adão e vamos anunciar que é tempo de arrependimento e nova vida em Jesus.

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A FIEL TESTEMUNHA

Semana de 31 de maio a 06 de junho de 2020

Leitura: Apocalipse 1.4-6; 3.14-22

Uma “Testemunha fiel” não significa apenas aquela que fala a verdade sobre um fato, mas também se refere a um mártir, alguém que perde sua vida por não negar sua fé e por se manter firme em sua causa.

A causa do Senhor Jesus era fazer a vontade do Pai e resgatar os filhos perdidos. A Sua humildade e dependência contrasta com a inexplicável independência e soberba da igreja de Laodicéia.

Olhando para esse quadro, que parece ser tão similar aos dias de hoje, devemos avaliar nossa relação com o Senhor: se estamos dispostos a andar com aquele que é A Testemunha fiel e verdadeira. Se a resposta é sim, podemos não ter a aparente tranquilidade de Laodicéia, mas temos a promessa do Senhor de estarmos no trono junto com Ele.

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AQUELE QUE VENCEU A MORTE

Semana de 24 a 30 de maio de 2020

Leitura: Apocalipse 1.17-18; 2.8-11; 3.14-22

Em tribulações como a descrita para a igreja de Esmirna, o Senhor se apresenta não somente como aquele que venceu a morte, mas que também tem na sua mão as chaves da morte e do inferno.

Para Filadélfia ele diz algo semelhante, pois a chave que tem em sua mão é capaz de abrir ou fechar qualquer porta, sem que ninguém possa se opor a isso. Ver Jesus dessa forma nos dá força, confiança e descanso para enfrentar qualquer situação. 

Observe que ele não disse que iria retirar a tribulação que viria sobre aqueles irmãos, mas daria a eles o poder para vencer a morte. Cremos nessa verdade?

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O QUE TEM A ESPADA AFIADA

Semana de 17 a 23 de maio de 2020

Leitura: Apocalipse 1.16; 2.12-17; 3.1-5

Querendo nos derrubar, Satanás arma ciladas utilizando enganos sutis que se misturam à verdade e acabam por manchar nossas vestes de justiça. Somente a verdade (a espada) que sai da boca do Senhor é capaz de trazer santidade e salvação. 

A relação do discípulo com a Palavra de Cristo não é opcional, nem pode ser eventual, pois é a partir desse firme fundamento que o Espírito Santo nos guarda de tropeços. 

Como tem sido nosso contato com a Palavra? Ela está habitando ricamente em nós?

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OLHOS COMO CHAMA DE FOGO

Semana de 10 a 16 de maio de 2020

Leitura: Apocalipse 1.14-15; 2.18-29

O olhar de Jesus como chamas de fogo pode ser entendido de muitas maneiras, mas, sem dúvida, demonstra que ele conhece o nosso interior.

Não há barreiras para aquele que sonda mentes e corações, que “trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, e também manifestará os desígnios dos corações” (1 Coríntios 4.5).

Vamos abrir voluntariamente nosso coração ao Senhor, expor nossas dificuldades, medos e sonhos. Ele é capaz de santificar nossa alma segundo sua perfeita vontade.

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O FILHO DO HOMEM NO MEIO DOS CANDEEIROS

Semana de 03 a 09 de maio de 2020

Leitura: Apocalipse 1.12-13; 2.1-7

Como os candeeiros se referem à igreja (Ap. 1.20) e Jesus está no centro dessa cena, podemos concluir que Ele deseja nossa atenção mais do que qualquer coisa.

Jesus nos ama e quer verdadeiramente nos pastorear, especialmente nestes dias de tanta incerteza. O relacionamento de amor e intimidade com o Senhor tem que ser a base de tudo que fazemos para Ele. Sem isso, não há chama no candeeiro, nem luz para o mundo.

Como está nossa comunhão e intimidade com Ele? O que tem sustentado as obras que fazemos para Ele?

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