OS 4 PILARES: 1º ARREPENDIMENTO (José Gustavo Miranda)

Semana de 10 a 16 de outubro de 2021

Nas últimas semanas, no DCEC, meditamos sobre “A Nova Maneira de Viver” confrontando nossa maneira de agir antes de conhecermos a Jesus e as mudanças que precisam ocorrer no que pensamos, falamos, ouvimos e fazemos a partir do momento que fomos conquistados pelo Senhor.

A mudança efetiva e que tem valor espiritual é a que se constrói sobre novas bases, sobre um novo fundamento, uma mudança promovida pelo Espírito Santo de dentro para fora, mas com a nossa concordância e participação de forma prática. Ele age lá dentro, e eu respondo aqui fora. É uma nova casa que está sendo construída pelo e para o Espírito Santo, tijolo por tijolo, alinhados com a pedra angular que é Cristo Jesus.

Por isso, nas próximas semanas nós vamos abordar alguns desses fundamentos ou pilares necessários para que essa casa – a nova vida – cresça firme e se mantenha inabalável até o fim.

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REPUDIANDO A INJUSTIÇA (Márcio Nascimento)

Semana de 3 a 9 de outubro de 2021

A injustiça é o oposto da justiça. Justiça é dar a cada pessoa aquilo que lhe pertence; orientar-se pelo direito, pela razão e pela eqüidade; é o hábito de guiar nossas ações de acordo com a lei. E quando pensamos em justiça relacionada a Deus entramos numa dimensão ainda mais profunda que a simples observância da lei, visto que Deus não se torna justo ao se adequar a normas estabelecidas, mas ele mesmo é a origem da justiça porque seu caráter é justo e seu pensamento é que define o que é e o que não é justo. Foi por esse motivo que Jesus disse em Mt 5.20 que se a nossa justiça não excedesse em muito a dos escribas e fariseus (que eram conhecidos como excelentes guardadores de regras e leis), não entraríamos no Reino dos Céus. Quando vivemos como participantes da natureza divina, nossa prática de justiça não vem apenas da observância de regras, mas de uma busca interior por conhecer e manifestar o caráter justo de Deus (Mt 6.33).

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NÃO DEVOLVER O MAL COM MAL (Demetrius Vasconcellos)

Semana de 26 de setembro a 2 de outubro de 2021

— Vocês ouviram o que foi dito: “Olho por olho, dente por dente.” Eu, porém, lhes digo: Não resistam ao perverso. Se alguém lhe der um tapa na face direita, ofereça-lhe também a face esquerda. (Mt 5.38-39)

Quão surpresos devem ter ficado os discípulos quando ouviram de Jesus esse ensino! Ao ensinar que um olho ferido seria pago com um olho ferido e um dente quebrado com um dente quebrado, a Lei tinha o cuidado de colocar um limite justo à retaliação de alguém que tivesse sofrido um mal ou uma agressão. Um freio à tendência natural e carnal do homem de revidar com força total e causar ao agressor um dano maior que o recebido. O homem natural retribui o mal com um mal ainda maior.

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LIVRES DE VÍCIOS (Eduardo Arakaki)

Semana de 19 a 25 de setembro de 2021

Vício é uma disposição, hábito ou tendência costumeira ao que é mau. Cria dependência mental, física e espiritual. Está relacionado com tudo o que seja prejudicial à saúde física e mental do indivíduo, de sua família ou da sociedade.

Algumas formas de vício são citadas diretamente na Bíblia, como por exemplo o alcoolismo (Pv 23.29-35; Rm 13.13; 2Co 5.11; Gl 5.21; Ef 5.18; Tt 1.7), a glutonaria (Gl 5.21), os jogos de azar por dinheiro, que são uma expressão de ganância e cobiça (Pv 13.11; 1Tm 6.9-10). Com o avanço da iniquidade e do pecado, outras substâncias e práticas viciantes foram surgindo. Hoje encontramos no mundo o tabagismo, o uso de drogas ilícitas e o abuso de drogas lícitas, o abuso do entretenimento e a dependência digital, para dar alguns exemplos.

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VENCENDO O PESSIMISMO (Otto Vontobel)

Semana de 12 a 18 de setembro de 2021

O modo de pensar da sociedade atual é dominado pelo pessimismo. Pessimismo é a propensão a ver as coisas em seu aspecto mais desfavorável, um sentimento dominante de que o mal sempre vai prevalecer sobre o bem. Essa mentalidade leva a um desengano e desânimo com relação à vida em geral, à desconfiança em relação às pessoas, e a um sentimento de pena de si mesmo, visto que “tudo sempre dá errado pra mim”. É contagioso e nada acrescenta de bom à vida da pessoa ou da comunidade onde está inserida. 

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