FOME E SEDE DE JUSTIÇA

Semana de 25 a 31 de outubro de 2020

Leitura:  Mateus 5.6

“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.”

Na Bíblia, a expressão “ter sede” geralmente significa um anseio tão intenso por algo que é comparado com essa terrível sensação, bem comum em uma região desértica.

No Salmo 63, em um dos momentos mais difíceis de sua vida, Davi clama “Minh’alma tem sede de ti!”, expressando seu desejo de estar com o Senhor. Assim como Davi tinha sede de Deus, Jesus nos ensina que são bem aventurados os que têm fome e sede de justiça. A justiça que buscamos não é segundo os padrões humanos nem pode ser alcançada por meios humanos, “Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus” (Tg 1:20).

Mas afinal, qual é a justiça pela qual ansiamos e como podemos alcançá-la?

Primeiramente, quando o Espírito Santo nos convenceu da nossa necessidade de Deus, nós buscamos a Cristo para que a Sua justiça fosse atribuída a nós e, mediante a fé, fomos fartos! Depois, à medida que crescemos em Cristo, buscamos a Sua justiça para a nossa santificação em nossas demandas do dia a dia, , e estamos sendo fartos!

Por fim, buscamos ainda uma justiça social, que é fruto do impacto do Reino sobre esse mundo e, um dia, como diz em 2 Pedro 3:13, estaremos em novos céus e nova terra, onde habita justiça. Então seremos fartos por completo! Que a busca pela justiça de Deus possa ser essa marca do nosso discipulado, nos lembrando continuamente que já somos felizes porque, em breve, chegará o dia em que seremos fartos para sempre!

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MANSOS COMO JESUS

Semana de 18 a 24 de outubro de 2020

Leitura:  Mateus 5.5

Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.

Aqui, mais uma vez Jesus surpreende as expectativas dos discípulos. Mais uma vez a lógica humana é invertida: Os mansos herdarão a terra, e não os conquistadores, nem os violentos. Mas o que é mansidão segundo a Bíblia?

Ser manso não é sinônimo de ser agradável. Jesus não agradou a muitos, nem procurou fazer coisas que agradassem a homens. Por isso muitas vezes o odiavam. Ainda assim, Jesus disse de si mesmo: “Sou manso e humilde de coração” (Mt 11:29).

Ser manso não é ser indiferente. Moisés foi um dos homens mais impetuosos e apaixonados por Deus. Ainda assim, foi considerado o homem mais manso em toda a terra (Nm 12:3).

Ser manso não é ser fraco. Davi era homem de guerra e entrou em muitas batalhas para expandir  os limites do reino, pelo Senhor. Ainda assim, era manso e foi quem escreveu o próprio Salmo citado por Jesus: os mansos herdarão a terra (Sl 37.11).

O que é ser manso então?

Segundo o Salmo 37, manso é alguém que entrega suas lutas para serem combatidas pelo Senhor. Ele confia no Senhor (v. 3), ele se agrada no Senhor (v. 4), ele entrega seu caminho ao Senhor (v. 5) e descansa no Senhor (v. 7).

Qual o resultado disso? Ele deixa a ira e abandona o furor (v. 8), entregando suas lutas e confiando. Assim é o manso.

Porque ele aprendeu a confiar em Deus, Deus confia nele. O servo manso como Jesus é o servo que herdará e governará sobre a terra, mas para o Senhor e não para si mesmo.

Jesus nos disse: aprendam de mim, que sou manso e humilde de coração. Como precisamos aprender essa qualidade de entregarmos nossas lutas, mesmo em meio a tantos conflitos que nos cercam.

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OS QUE CHORAM SERÃO CONSOLADOS

Semana de 11 a 17 de outubro de 2020

Leitura:  Mateus 5.4

“Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados”

Nesse versículo, talvez ainda mais do que nos outros, é importante lembrarmos que a palavra “bem-aventurado”, no texto original, significa “feliz”. Essa lembrança se faz importante porque aqui Jesus nos ensina algo que contraria a lógica humana que diz que o choro é motivo de tristeza ou de infelicidade. Jesus está ensinando claramente que aquele que chora será feliz.

Por que devemos chorar? Devemos chorar pelo pecado que ainda permeia tanto nossa vida (Tiago 4:9, Salmos 51:17, Is 57:15, 1 Coríntios 5:2) Devemos chorar pelo efeito destrutivo do pecado sobre aqueles que estão em nossa volta e sobre a própria criação (Jo 11:35, Romanos 8:23) Devemos chorar por ainda vivermos nesse mundo, fisicamente distantes do nosso Senhor (Mateus 9:15, Salmos 137:1, Salmos 77:3)

Mas louvado seja o Senhor: os que choram são felizes porque só eles podem encontrar descanso no Consolador. Choramos pelo pecado em nós, mas temos a promessa de sermos transformados por completo à imagem gloriosa de Jesus (1 Jo 3:2) Choramos pelo efeito do pecado nos outros e “semeamos com lágrimas”, mas temos a promessa de que colheremos com júbilo os frutos dessa semeadura! (Salmos 126:6) Choramos por estarmos fisicamente distantes do nosso Senhor, mas temos a promessa de que um dia, na sua presença, ele enxugará dos nossos olhos toda a lágrima (Apocalipse 7:17)

Deixemos o Senhor repartir o Seu coração conosco e produzir em nós o choro daqueles que são felizes porque serão consolados!

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HUMILDES DE ESPÍRITO

Semana de 04 a 10 de outubro de 2020

Leitura:  Mateus 5.1-3

O Sermão do Monte (Mateus capítulos 5 a 7) é um trecho muito especial dos evangelhos. Contudo alguns equívocos, ditos ao longo dos séculos, podem nos fazer perder essa riqueza. Um destes enganos afirma que os mandamentos de Jesus não foram direcionados à igreja, que está debaixo da graça, mas somente à Israel, que estava debaixo da Lei.

Outro equívoco é dizer que tais ensinos do Senhor incluem mandamentos tão difíceis de serem obedecidos que só conseguiremos cumprí-los quando estivermos vivendo em um novo corpo, no novo céu e na nova terra. Por isso, precisamos esclarecer e expor a verdade em Cristo, pedindo ao Espírito Santo nos ensine o mesmo que Jesus ministrou aos que o ouviram naquele dia.

Parafraseando Martyn Lloyd-Jones: “se a palavra de Jesus no sermão do monte não é para a Igreja, então a terra fica sem sal, o mundo fica sem luz, e nós ficamos sem Pai.” Mas Graças a Deus, encontramos tudo isso em nossa posição como discípulos.

É nosso direito e dever nos apegarmos a cada versículo deste Sermão. Jesus quer nos transformar com sua Palavra, mas para que isso aconteça, devemos nos assentar aos seus pés e ouvi-lo como aqueles que ele mesmo cita em sua primeira bem-aventurança: “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus”. Em outras versões podemos achar a expressão “humildes de espírito”.

A primeira das bem-aventuranças ensinadas pelo Senhor Jesus é para aqueles que não têm nada além do próprio Senhor e que estão cientes dessa sua condição. Por isso são humildes. Não têm algo a preservar, nem algum feito que lhes gere soberba, mas têm motivos de sobra para serem gratos ao Senhor. Esta simples observação nos guia à conclusão de que a humildade de espírito é um pré-requisito para cumprirmos todo o restante do ensino do Sermão do Monte de forma agradável a Deus, afinal é aos humildes que Deus concede a Sua graça (Tiago 4.6).

A humildade de espírito é uma característica vital do caráter de um discípulo, pois um discípulo humilde é um discípulo que se arrepende, diferentemente do soberbo que não reconhece seus erros. Dessa maneira, logo no início, o Senhor nos ensina que, se quisermos possuir o Reino dos Céus, é necessário que sejamos humildes de espírito.

Jesus falou que a humildade verdadeira é no espírito, portanto, para que sejamos humildes necessitamos do quebrantamento de espírito, que é o caminho que nos leva à humildade. Esse quebrantamento é operado em nós quando deixamos que Deus trabalhe nas nossas vidas, muitas vezes por meio de situações de sofrimento, que não somos capazes de resolver ou entender, e que nos levam a nos oferecermos integralmente a Deus, apesar das provações e tribulações que nos cercam.

A humildade segundo Deus é impossível para o homem natural, mas para nós que estamos em Cristo é perfeitamente possível, desde que deixemos a vida de Cristo ser gerada em nós.

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O AMADO

Semana de 27 de setembro a 03 de outubro de 2020

Leitura:  Efésios 1:3-14

Aprendemos muito sobre o Senhor Jesus através do ensino de Paulo. Aprendemos que ele é Deus, o Senhor, o Cristo, a Cabeça da igreja, a Imagem de Deus; enfim, os atributos de Cristo nos parecem inesgotáveis.

Aqui em Efésios, ao falar de tudo que Cristo significa para nós por meio de sua obra salvadora, Paulo abre o coração e nos mostra um atributo ainda mais íntimo e especial: Jesus é o Amado.

Ele é o Amado do Pai. Aqueles que o seguiam de perto puderam ver os céus abertos duas vezes, apenas para que o Pai pudesse declarar o seu amor pelo Filho (Mt 3:17, 17:5). O próprio Jesus tinha convicção disso, porque declarou com confiança: “O Pai me ama” (Jo 10:17).

Jesus também é amado por cada um dos que Ele resgatou. Paulo usa um artigo definido: Jesus é o (nosso) Amado. É aquele que deve ocupar o lugar mais importante em nossa vida.

Temos tantos motivos para amá-lo acima de todas coisas, não é mesmo? O amamos como noivo, como amigo, como salvador, como irmão. Portanto, compartilhe com os irmãos as razões que te levam a declarar como Paulo: Jesus é o meu Amado!

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O ALVO DA NOSSA SANTIFICAÇÃO

Semana de 20 a 27 de setembro de 2020

Leitura:  Filipenses 3:12-14

Como vimos nos últimos meses, Paulo se esforçou em conhecer a Cristo e compartilhar esse sublime conhecimento com a Igreja ao longo das cartas que escreveu. Neste processo, uma das suas conclusões é que Jesus Cristo é o padrão que devemos buscar em todas as coisas, o alvo que almejamos alcançar.

Na semana passada, vimos que fomos chamados e escolhidos por Deus para sermos “conformes à imagem de seu Filho, a fim de ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Romanos 8.29). Em Cristo fomos inseridos na família de Deus, e chamados a seguirmos os passos de nosso irmão mais velho.

Obviamente essa transformação é algo que será operado em nós através da ação do Espírito Santo, tanto de forma direta (2 Co 3.18), quanto através do corpo de Cristo (Ef 4.12-13), não sendo fruto de um esforço humano de ser igual a Jesus. Existe, no entanto, a necessidade de uma decisão pessoal de prosseguir para este alvo , assim como Paulo, esquecendo das coisas que ficam para trás e avançando para aquilo que Deus amorosamente nos tem proposto.

Nesse processo de conhecer mais o nosso Senhor, como você tem sido desafiado a ser mais parecido com Ele? Seu coração se alegra com a expectativa de ser transformado dia a dia à imagem de Jesus?

Ao ver quanto ainda falta nessa caminhada, não vamos desanimar com nossas limitações, mas sejamos animados pelo Espírito Santo a seguir o exemplo de Paulo e, com os olhos fixos em nosso alvo, prossigamos em direção ao “prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”.

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A IMAGEM DE DEUS

Semana de 13 a 19 de setembro de 2020

Leitura:  Colossenses 1:15-17; Romanos 8.29-30

Jesus, o homem perfeito que andou entre pecadores, é o mesmo que criou céus e terra. Ele se esvaziou de sua glória para se tornar homem e servo, mas nunca deixou de ser a imagem do Pai no que se refere à santidade, amor, bondade, justiça, etc.

Em nosso caso acontece o contrário pois, por natureza, recebemos a herança de Adão, mas somos alvos do trabalho do Espírito Santo que quer nos conduzir até termos a imagem do homem celestial. Portanto, muito do que somos ou temos precisa ser deixado para trás para que o caráter de Jesus seja a nossa marca visível. Não podemos lutar pela preservação de nossa imagem, dos nossos recursos ou até mesmo das nossas obras, pois estas coisas podem se tornar um ídolo e tomar o espaço do trono de Deus em nós.

Não podemos mais resistir ao trabalho do Espírito, mas devemos ser servos, mansos e humildes, tendo em nós a mesma atitude de Jesus, que é o centro de todas as coisas, tanto das visíveis quanto das invisíveis. Assim como Jesus foi exaltado por sua atitude, nós também experimentaremos alegria plena se nos oferecermos como instrumentos para a glória do nosso Pai, pois tudo é Dele, se mantém por meio Ele e aponta para Ele.

Compartilhe com seus irmãos alguma experiência onde Jesus como o centro de suas decisões e atitudes, além de algum momento em que percebeu que não era mais você vivendo, mas Cristo vivendo através de você!

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CRISTO RESSURRETO

Semana de 06 a 12 de setembro de 2020

Leitura:  2 Timóteo 2:8-11; 1 Coríntios 15:48-58

Paulo dava especial atenção ao fato de que Jesus ressuscitou e de que nós também ressuscitaremos. Muitas vezes, durante suas pregações, ele recebia a atenção das pessoas até o ponto em que falava de ressurreição, e então era rejeitado. Mas nem por isso deixou de pregar o Cristo ressurreto. Pelo contrário, ele sabia que era essencial ter este ponto bem claro na pregação do evangelho.

No trecho que lemos da segunda carta a Timóteo, Paulo fala que esse era o “seu” evangelho, uma ligação que muitas vezes lhe trouxe sofrimento e perseguição, mas era a garantia de que um dia poderia usufruir das promessas feitas pelo Senhor. Se com ele morremos, também com ele seremos ressuscitados.

É comum em nossa experiência que em alguns momentos desanimemos por perder de vista nosso futuro glorioso. Isso pode nos levar à  derrota, não vendo razão para tomar a cruz dia a dia, como aparentemente era o caso de alguns irmãos em Corinto (no segundo texto que lemos). Porém, quando cremos no fato de que Cristo ressuscitou, entendemos que a morte que opera hoje nos membros de nosso corpo é passageira e tem seus dias contados, por causa da vitória de Jesus. Aleluia!

Você está passando por essa situação? Talvez sim, talvez não. Por isso é importante reforçarmos este fundamento para ajudarmos aqueles irmãos que porventura estejam desanimados. Não importa o que temos passado ou teremos que passar neste mundo; Jesus nos garante que nosso futuro é glorioso, em uma nova casa, em um novo corpo, para sempre com Ele. Vamos pregar e viver segundo essa mensagem do evangelho.

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MEDIADOR E INTERCESSOR

Semana de 30 de agosto a 05 de setembro de 2020

Leitura: 1 Timóteo 2:1-7 e Romanos 8:31-39

Um cântico dizia que “há um homem na glória que é vida para mim”. Jesus é esse Homem na glória.

Ele venceu como homem vivendo uma vida perfeita. Mas, mesmo sendo plenamente santo, decidiu tomar todos os nossos pecados sobre si, para que, após ressurreto, pudesse atravessar os portais eternos, apresentar-se diante do Pai, com um sangue perfeito e um corpo glorioso e, representando cada um de nós, pudesse assentar-se à direita da majestade nas alturas, garantindo nosso acesso à presença de Deus.

Ele não é um mediador passivo, que apenas nos aceita. Ele é o nosso intercessor particular, que nos apresenta ao Pai incessantemente, estando nós totalmente justificados pelo Sangue. O autor da carta aos Hebreus (Hb 4.14-16) concorda com o que Paulo disse apontando para o fato de que esse mediador, nosso sumo sacerdote Jesus, conhece a fraqueza humana e pode nos socorrer com graça e ajuda na hora da dificuldade.

Vamos nos alegrar, sabendo que Jesus é o mediador e intercessor que não esquece de nós! Compartilhe com seus irmãos sobre momentos em sua vida onde esta ação do Senhor foi importante.

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A NOSSA VIDA

Semana de 23 a 29 de agosto de 2020

Leitura:  Colossenses 3:1-17

Nessa passagem Paulo usa a palavra grega “zoe” que significa: “vida de Deus”. Ele utiliza essa palavra nos versículos 3 e 4 para dizer que é a vida de Cristo em nós que hoje nos faz vencer o pecado em suas mais diversas formas (versículos 5 a 11). Mas nem sempre foi assim. Por causa do pecado, nós estávamos condenados e éramos incapazes de viver a plenitude do que Deus planejou para nós. Perdemos o acesso à Árvore da Vida até o dia em que fomos alcançados pela graça e misericórdia do Senhor.

Cristo não apenas nos salvou da condenação, mas também nos tornou vivos para Deus. Ele é a razão de nós mortificarmos a nossa velha natureza: porque temos uma nova vida para viver, segundo o padrão perfeito de Deus, vida em abundância!

Às vezes nos esforçamos para cumprir os mandamentos, pensando que assim teremos algo de agradável para apresentar a Deus. Mas, na verdade, a lógica do plano de Deus é inversa. Jesus é o homem, o Filho, que agrada ao Pai plenamente. Ele nos dá Sua vida para que, vivendo através de nós, também sejamos agradáveis ao Pai. Não é por esforço próprio, mas por fé, crendo, confiando e fazendo exatamente o que o Senhor nos ordena (versículos 11 a 17). 

Devemos pensar sobre quais aspectos da vida de Jesus ainda não são experiências práticas em nós e pedir para que o Espírito Santo nos encha de graça e poder para experimentarmos uma transformação radical. 

Que cada vez mais, não apenas no fato, mas também na experiência, Cristo seja a nossa vida!

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A CABEÇA

Semana de 16 a 22 de agosto de 2020

Leitura: Efésios 4:11-16 e Colossenses 1:13-22

Ser cabeça, na Bíblia, fala de autoridade, cobertura e provisão. Jesus não é apenas nosso Salvador. É também nosso Senhor; aquele que dirige, cuida e provê.

Como corpo de Cristo, nos foi dado o privilégio de anteciparmos o dia em que Jesus será cabeça sobre todas as coisas. Hoje já podemos desfrutar das bênçãos da sua autoridade e provisão,  pois nos tornamos parte do Seu corpo, que estende a nós tudo aquilo que vem dEle.

Por outro lado, temos também a responsabilidade de sermos suas mãos e seus pés aqui na terra, vivendo como ele viveu e estendendo ao mundo a bênção de fazer parte da Família de Deus. Onde quer que estejamos, Jesus ali estará.

Compartilhe com seus irmãos como você entende que o Senhorio de Cristo, o Cabeça, deve operar, de forma prática, em nossa vida e relacionamentos como membros do mesmo corpo.

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O SEGUNDO HOMEM E O ÚLTIMO ADÃO

Semana de 9 a 15 de agosto de 2020

Leitura:  1 Coríntios 15:46-49

Ser o Segundo Homem significa que Deus iniciou em Cristo uma nova humanidade. Por causa do pecado, vemos em Gênesis 5:3 que Adão gerou filhos segundo a “sua imagem”. Uma imagem corrompida e desfigurada. Assim éramos nós. Filhos de Adão, herdeiros da sua imagem e da sua corrupção.

Mas Deus revelou em Jesus uma nova humanidade, perfeita, segundo o padrão do Reino, segundo a imagem de Deus.  Por isso, hoje, pela fé, podemos ser tirados da primeira humanidade e transportados para a segunda, em Cristo, de forma que nos tornamos novas criaturas e herdeiros das coisas da nova criação!

Ser o Último Adão significa que Ele é o último e que, após Ele, não há necessidade de nenhuma nova obra. Cristo foi a solução definitiva de Deus, nos dando acesso a um Reino inabalável! 

Jesus foi a resposta completa e perfeita de Deus para o problema do pecado. Não se trata de uma teoria ou uma simples doutrina, mas uma realidade viva e eficaz naqueles que experimentaram o novo nascimento.

O que significa para você ser nova criação em Cristo?

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O FILHO DE DEUS

Semana de 02 a 08 de agosto de 2020

Introdução

Quem é Jesus para você? Alguém já disse que essa é a pergunta mais importante que todos nós temos de responder. O Próprio Jesus em Mateus 16:15 questionou os Seus discípulos: “quem vocês dizem que Eu sou”?

Anos mais tarde, Paulo se viu confrontado com essa mesma pergunta quando, diante da glória do Jesus ressurreto, mais brilhante que o sol do meio-dia, clamou: “quem és tu, Senhor”?

Isso não foi apenas um marco na sua conversão, mas se tornou o objetivo da sua vida: conhecer a Cristo e fazê-lo conhecido. Vamos então meditar juntos sobre algumas das respostas que Paulo recebeu para essa pergunta ao longo da sua carreira com o Senhor.

Leitura:  João 3.25-30; Efésios 5.31-32

Muito provavelmente, Gálatas foi a primeira carta apostólica de Paulo. Dentre as treze cartas escritas por ele, ela é a que mais contém as palavras “Filho” ou “filhos”.

Na Bíblia, ser filho é sinônimo de liberdade. Em Gálatas nós vemos que Jesus é apresentado como o Filho, que foi enviado, na plenitude do tempo, para nos resgatar, libertar e nos dar o Seu Espírito que garante nossa posição, também, como filhos de Deus!

Jesus é o Filho que venceu o pecado, a morte e a escravidão da lei. E porque a vida do Filho de Deus está em nós, estamos aptos a ter as mesmas vitórias que Ele. Você tem desfrutado da liberdade e intimidade que a filiação nos traz?

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SENHOR DE TODOS

Semana de 26 de julho a 1º de agosto de 2020

Leitura:  Atos 4.25-26; 10.36-43

Após a ressurreição, Jesus aparece para seus discípulos e declara: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. (Mt 28.18) Pela obra consumada na cruz Jesus recebeu do Pai um nome que está acima de todo nome. Ou seja, no céu, sobre a terra ou debaixo da terra, não há nada nem ninguém que não esteja debaixo da autoridade de Jesus.

Todos estão debaixo do senhorio de Jesus; até mesmo o insensato, que diz no seu coração: “Não há Deus”. Paulo ainda nos aponta para um dia, no futuro, onde todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor.

Entretanto, Deus estendeu um convite solene a todos, em toda parte: o convite de anteciparem esse dia, dobrando hoje seus joelhos diante do seu Filho. Paulo diz em Romanos 10.9 que se alguém confessar com sua boca que Jesus é o Senhor, e crer no seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo.

O que significa para você que Jesus é o Senhor? O que isso deve mudar em nossa vida?  É comum ver novos convertidos afirmarem com alegria que agora Jesus governa (e bem) a sua vida. Mas ao longo dos anos nos mantemos nessa posição? Precisamos renovar nossa entrega e confiança no Deus que sabe tudo e governa com amor e justiça.

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AUTOR DA VIDA

Semana de 19 a 25 de julho de 2020

Leitura:  Atos 3.11-21

O evangelho de João inicia declarando que no início o Verbo (Jesus) estava com Deus e era Deus. Em Colossenses, Paulo diz que Ele é antes de todas as coisas e que tudo foi criado por meio dEle. Jesus é o autor da vida!

Porém ele decidiu passar pela morte, para que nós pudéssemos experimentar a verdadeira vida, a vida eterna de Deus. A mensagem da igreja primitiva era clara: Jesus morreu, mas Ele ressuscitou para que, pela fé, pudéssemos nos unir a Ele na sua morte e ressurreição, e então vivermos a nova vida que ele nos oferece.

Você tem desfrutado da nova vida em Cristo? Jesus disse que ele veio ao mundo para que tenhamos vida em abundância. O que significa isso para você?

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SANTO E JUSTO

Semana de 12 a 18 de julho de 2020

Leitura:  Atos 3.11-21

Jesus veio para ser a expressão humana da santidade e da justiça de Deus.
Santidade significa ser separado para Deus e, quando olhamos para a vida de Jesus, vemos que sua separação foi completa. Ele não se separou das pessoas, mas do pecado. Ele comia, bebia, trabalhava, dormia, mas ele era um instrumento totalmente reservado para o Pai, estava separado para realizar a Sua vontade e fazer a Sua obra.

Justiça significa ser reto aos olhos de Deus. Esse era Jesus. Semana passada vimos que ele foi aprovado pelo Pai em todas as coisas. Ele foi tentado, perseguido, traído, ofendido, mas nunca pecou.

Antes da crucificação, o próprio Pilatos, sua esposa e o centurião declararam a sua justiça (Mt 27.19 e 24, Lc 23.47). Jesus é o Santo e o Justo. A boa notícia é que essa justiça e essa santidade nos são dadas gratuitamente por Deus, pela fé. A Justiça é imputada sobre nós e a santidade é formada em nós pelo Espírito Santo.

De que forma essas coisas mudam a sua visão sobre si mesmo?

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VARÃO APROVADO POR DEUS

Semana de 05 a 11 de julho de 2020

Leitura:  Atos 2.14-24

A igreja primitiva viveu em um contexto de muita dificuldade, perseguição e rejeição. Entretanto, lemos em Atos 6.:7 e 12.42 que “a palavra de Deus crescia e se multiplicava”.
A mensagem transmitida por nossos primeiros irmãos e irmãs impactou o mundo. Que mensagem era esta?
Se olharmos cuidadosamente, perceberemos a clareza que eles tinham acerca da pessoa do Senhor Jesus, de sua obra e de seus atributos. Neste mês de julho, vamos meditar juntos sobre algumas revelações que encontramos no livro de Atos a respeito de Jesus.

Todo o sistema da religião judaica girava em torno da busca por ser aprovado por Deus. A obediência aos mandamentos, o sacrifício de animais, as festas e os costumes.
Entretanto, todo esse sistema teve início em mandamentos dados por Deus com o fim de mostrar que o pecado nos colocou em uma condição impossível de agradar a Deus (Rm 3.19-20). Em Adão, a humanidade foi reprovada, mas Deus, em sua infinita misericórdia, enviou seu Filho para ser o Novo Homem, o último Adão, que seria tentado em todas as coisas, mas que permaneceria fiel até o fim, sem pecado. Jesus foi aprovado por Deus!

O Filho foi aprovado de tal forma que o próprio Pai abriu os céus três vezes para declarar a sua alegria. Também através de sinais e maravilhas, ele dava evidências de como o Filho foi aceito. Por fim, a última e maior evidência de aceitação: Jesus ressuscitou!
A mensagem da igreja primitiva também nos confronta com o fato de que, em Jesus, aqueles que creem também são aprovados pelo Pai. Você se vê como um filho aprovado por Deus, em Cristo?

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O NOIVO E A NOIVA

Semana de 28 de junho a 04 de julho de 2020

Leitura:  João 3.25-30; Efésios 5.31-32

Jesus é o noivo que está sendo aguardado, e a noiva é a igreja composta pelos remidos e lavados pelo Seu sangue. O que tem a noiva é o noivo, e o que tem o noivo é a noiva. Por isso João Batista não se importava que todos fossem a Jesus; pelo contrário ele se alegrava e cooperava com isso, diminuindo a si mesmo para que O Senhor crescesse.

O mundo em nossos dias é egoísta, vaidoso e arrogante. Nós, discípulos de Jesus, não devemos ser assim. Este sistema constantemente nos tenta a ostentar o que somos ou fazemos. Cuidado! O nosso “ministério” e testemunho nunca poderão substituir a verdadeira e poderosa revelação do noivo no espírito de todo aquele que ouve o evangelho. Nossa experiência e nossas palavras ficam em segundo lugar, já que as palavras do Mestre são o centro da pregação. 

Por isso, é urgente relembrarmos que o trabalho do Espírito Santo é revelar a Cristo. Nós somos apenas cooperadores e, ao mesmo tempo, parte da noiva (a igreja). Quanto mais eficiente for nossa ação em prol do Reino de Deus, mais rápido vamos sair de cena, para dar lugar à figura de Jesus.

Tendo a revelação desse precioso privilégio de sermos parte da noiva de Cristo, vamos nos alegrar como João Batista e conduzir outros a participarem conosco desse casamento.

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EIS O CORDEIRO DE DEUS

Semana de 21 a 27 de junho de 2020

Leitura: João 1.29-36; Apocalipse 5.1-10

A palavra “Eis” significa “atenção”. Para os Judeus, o cordeiro era usado como sacrifício pelos pecados, no entanto, não era eficaz para removê-los (Hb.10.4). Era sim uma sombra de alguém maior e real, Jesus Cristo, que morreu pelos nossos pecados de uma vez por todas. Quando João apontou para Jesus, ele estava mostrando que, em Cristo, o homem tinha algo mais do que a lei, ou uma religião, ou mesmo a boa vontade de cumprir os decretos de Deus. O Cordeiro de Deus é a oferta definitiva pelo pecado, e ao mesmo tempo a nossa salvação, tanto do dia do juízo vindouro, quanto nos dias de hoje, onde somos salvos (libertos) de uma vida fútil e sem propósitos, desde que fomos incluídos em Cristo.

Apontar para o cordeiro é lembrar da sua morte, da justiça de Deus sendo cumprida, mas também do amor do Pai e do perdão dos nossos pecados. Por isso, não é uma afirmação de tristeza, mas uma declaração de vitória, que deve sempre estar presente em nossas mentes e em nossos lábios, especialmente vendo que a sua vinda se aproxima. Quando olhamos para o livro de Apocalipse, vemos que Jesus continuará sendo o cordeiro, pois esta é sua natureza mansa e pacífica. Porém, Ele é também o Leão da Tribo de Judá, que venceu e em breve virá assumir o seu lugar de honra e autoridade. Vamos lembrar esta verdade e proclamá-la ao mundo, enquanto ainda há tempo.

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JESUS, A PLENITUDE DE DEUS

Semana de 14 a 20 de junho de 2020

Leitura: João 1.15-18

A palavra “revelar” significa “tirar o véu”. João declara que: “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.” Jesus é a plenitude de Deus, por meio de quem vieram a graça e a verdade. O que Ele disse, o que Ele fez, e tudo o que nos mandou fazer precisa vir antes e estar acima de qualquer coisa que esta vida terrena e passageira possa nos oferecer. Homens e mulheres de grande intelecto tentaram entender o universo e ordenar todas as coisas com uma visão humana, ou mística, mas sem a revelação de Jesus Cristo. Basta olharmos para o mundo hoje e facilmente concluiremos que todos falharam.

Somente pela revelação de Jesus como Deus é possível entender o seu propósito eterno e como somos incluídos nele. Se não estamos experimentando ou praticando a plenitude da vontade de Deus, precisamos clamar por essa revelação.
Como João Batista, vamos exclamar para nós mesmos e para o mundo perdido que somente em Jesus temos tudo que precisamos para vivermos neste mundo condenado: plenitude, verdade e graça sobre graça.

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