VARÃO APROVADO POR DEUS

Semana de 05 a 11 de julho de 2020

Leitura:  Atos 2.14-24

A igreja primitiva viveu em um contexto de muita dificuldade, perseguição e rejeição. Entretanto, lemos em Atos 6.:7 e 12.42 que “a palavra de Deus crescia e se multiplicava”.
A mensagem transmitida por nossos primeiros irmãos e irmãs impactou o mundo. Que mensagem era esta?
Se olharmos cuidadosamente, perceberemos a clareza que eles tinham acerca da pessoa do Senhor Jesus, de sua obra e de seus atributos. Neste mês de julho, vamos meditar juntos sobre algumas revelações que encontramos no livro de Atos a respeito de Jesus.

Todo o sistema da religião judaica girava em torno da busca por ser aprovado por Deus. A obediência aos mandamentos, o sacrifício de animais, as festas e os costumes.
Entretanto, todo esse sistema teve início em mandamentos dados por Deus com o fim de mostrar que o pecado nos colocou em uma condição impossível de agradar a Deus (Rm 3.19-20). Em Adão, a humanidade foi reprovada, mas Deus, em sua infinita misericórdia, enviou seu Filho para ser o Novo Homem, o último Adão, que seria tentado em todas as coisas, mas que permaneceria fiel até o fim, sem pecado. Jesus foi aprovado por Deus!

O Filho foi aprovado de tal forma que o próprio Pai abriu os céus três vezes para declarar a sua alegria. Também através de sinais e maravilhas, ele dava evidências de como o Filho foi aceito. Por fim, a última e maior evidência de aceitação: Jesus ressuscitou!
A mensagem da igreja primitiva também nos confronta com o fato de que, em Jesus, aqueles que creem também são aprovados pelo Pai. Você se vê como um filho aprovado por Deus, em Cristo?

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MELHOR É UM DIA COM CRISTO QUE MIL EM OUTRO LUGAR (Josias Fritsch Giacometti)

O dia está acabando e eu anseio por Ti
Eu não ficarei satisfeito até ver Tua face
Cada vitória, cada deserto
Cada momento e cada cruz
Encontram propósito em Ti, Jesus
Estou descobrindo os motivos desses momentos
Nasci para cantar a Tua bondade
Quanto mais os anos passam
E cada segundo se vai
Cada vez mais é verdade
Que nenhum profundo pensamento
Nenhuma música ou poesia
Nenhuma linha melódica ou teoria
Sinal ou filosofia
Consegue explicar Teu amor

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O NOIVO E A NOIVA

Semana de 28 de junho a 04 de julho de 2020

Leitura:  João 3.25-30; Efésios 5.31-32

Jesus é o noivo que está sendo aguardado, e a noiva é a igreja composta pelos remidos e lavados pelo Seu sangue. O que tem a noiva é o noivo, e o que tem o noivo é a noiva. Por isso João Batista não se importava que todos fossem a Jesus; pelo contrário ele se alegrava e cooperava com isso, diminuindo a si mesmo para que O Senhor crescesse.

O mundo em nossos dias é egoísta, vaidoso e arrogante. Nós, discípulos de Jesus, não devemos ser assim. Este sistema constantemente nos tenta a ostentar o que somos ou fazemos. Cuidado! O nosso “ministério” e testemunho nunca poderão substituir a verdadeira e poderosa revelação do noivo no espírito de todo aquele que ouve o evangelho. Nossa experiência e nossas palavras ficam em segundo lugar, já que as palavras do Mestre são o centro da pregação. 

Por isso, é urgente relembrarmos que o trabalho do Espírito Santo é revelar a Cristo. Nós somos apenas cooperadores e, ao mesmo tempo, parte da noiva (a igreja). Quanto mais eficiente for nossa ação em prol do Reino de Deus, mais rápido vamos sair de cena, para dar lugar à figura de Jesus.

Tendo a revelação desse precioso privilégio de sermos parte da noiva de Cristo, vamos nos alegrar como João Batista e conduzir outros a participarem conosco desse casamento.

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EIS O CORDEIRO DE DEUS

Semana de 21 de maio a 27 de junho de 2020

Leitura: João 1.29-36; Apocalipse 5.1-10

A palavra “Eis” significa “atenção”. Para os Judeus, o cordeiro era usado como sacrifício pelos pecados, no entanto, não era eficaz para removê-los (Hb.10.4). Era sim uma sombra de alguém maior e real, Jesus Cristo, que morreu pelos nossos pecados de uma vez por todas. Quando João apontou para Jesus, ele estava mostrando que, em Cristo, o homem tinha algo mais do que a lei, ou uma religião, ou mesmo a boa vontade de cumprir os decretos de Deus. O Cordeiro de Deus é a oferta definitiva pelo pecado, e ao mesmo tempo a nossa salvação, tanto do dia do juízo vindouro, quanto nos dias de hoje, onde somos salvos (libertos) de uma vida fútil e sem propósitos, desde que fomos incluídos em Cristo.

Apontar para o cordeiro é lembrar da sua morte, da justiça de Deus sendo cumprida, mas também do amor do Pai e do perdão dos nossos pecados. Por isso, não é uma afirmação de tristeza, mas uma declaração de vitória, que deve sempre estar presente em nossas mentes e em nossos lábios, especialmente vendo que a sua vinda se aproxima. Quando olhamos para o livro de Apocalipse, vemos que Jesus continuará sendo o cordeiro, pois esta é sua natureza mansa e pacífica. Porém, Ele é também o Leão da Tribo de Judá, que venceu e em breve virá assumir o seu lugar de honra e autoridade. Vamos lembrar esta verdade e proclamá-la ao mundo, enquanto ainda há tempo.

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1 CORÍNTIOS 13

1 Coríntios 13
Demetrius Vasconcellos

Até o versículo 3 o texto nos mostra explicitamente que sem amor nada seremos e nada mais tem valor.
Somos como um ruído de um metal, podemos manifestar os dons, podemos ter conhecimento, podemos ter uma fé que pode até mover montanhas, mas se não tivermos o amor nada somos.

Temos uma lista de coisas espirituais, próprias de quem tem uma vida espiritual, mas se não houver o amor, nada disso adianta.

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JESUS, A PLENITUDE DE DEUS

Semana de 14 de maio a 20 de junho de 2020

Leitura: João 1.15-18

A palavra “revelar” significa “tirar o véu”. João declara que: “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.” Jesus é a plenitude de Deus, por meio de quem vieram a graça e a verdade. O que Ele disse, o que Ele fez, e tudo o que nos mandou fazer precisa vir antes e estar acima de qualquer coisa que esta vida terrena e passageira possa nos oferecer. Homens e mulheres de grande intelecto tentaram entender o universo e ordenar todas as coisas com uma visão humana, ou mística, mas sem a revelação de Jesus Cristo. Basta olharmos para o mundo hoje e facilmente concluiremos que todos falharam.

Somente pela revelação de Jesus como Deus é possível entender o seu propósito eterno e como somos incluídos nele. Se não estamos experimentando ou praticando a plenitude da vontade de Deus, precisamos clamar por essa revelação.
Como João Batista, vamos exclamar para nós mesmos e para o mundo perdido que somente em Jesus temos tudo que precisamos para vivermos neste mundo condenado: plenitude, verdade e graça sobre graça.

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PEDRO SEGUIA JESUS DE LONGE

por Bruno Nilson

Esse versículo, encontrado em Lucas 22:54, saltou aos meus olhos enquanto lia essa expressão de que “Pedro seguia Jesus de longe”. De imediato, o Espírito Santo me constrangeu em amor retornando essa afirmação em pergunta a mim: “você também tem seguido Jesus de longe?”. Em minha mente, imaginei todos meus amigos e irmãos de fé seguindo Jesus bem de pertinho, escutando tudo o que ele falava e vendo tudo o que ele fazia por estarem em sua volta e eu, mais atrás, tentando passar os olhos pela multidão em torno de Jesus para vê-lo e por estar seguindo-o de longe, não conseguia discernir entre a voz dele, a voz dos que o seguiam, a minha própria e a daqueles que nem sequer estavam o seguindo.
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ARREPENDIMENTO E BATISMOS – Rompendo com o velho homem para receber o Rei Jesus

Semana de 07 de maio a 13 de junho de 2020

Leitura: Mateus 3:1-12; Lucas 3:15-18; Lucas 16:16

Jesus não veio reformar o mundo ou o homem. Ele veio para fazer algo novo e, para isto, o que é velho precisa deixar de existir. É Uma Nova vida, em um novo reino. É necessário romper com tudo que ficou para trás, o que só é possível quando há o arrependimento e a morte do velho homem. 

Muitos desceram as águas do batismo por desejarem entrar no Reino do Messias, anunciado por João. Quando os fariseus foram até ele sem essa disposição de abandonar seu antigo modo de vida, João denunciou seus corações. 

Ainda hoje, a mensagem do evangelho nos chama para vivermos e proclamarmos a mesma revelação. Se às vésperas da segunda vinda do Senhor, ainda temos dificuldade de abandonar  as coisas da velha vida, é hora de sermos corajosos, rejeitarmos a carne e experimentarmos a plenitude de Cristo. Deixemos para trás tudo o que herdamos de Adão e vamos anunciar que é tempo de arrependimento e nova vida em Jesus.

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